Astorga ----- Rabanal del Camino
O caminho de Astorga até Rabanal del Camino
Etapa 23 - Astorga a Rabanal del Camino - mapa e topografia
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| Mapa by John Brierley |
Casa de pedra em Murias de Rechivaldo. A partir daqui, não se vê mais as casas de adobe. Muitas, muitas pedras.
Chegando em Santa Catalina de Somoza, mais um vilarejo, todo de pedra.
Bonequinho chines convidando a gente entrar no bar. Tá meio tristinho o chinesino, coitado. Em Santa Catalina de Somoza.
Santa Catalina de Somoza
Lojinha de artigos para peregrinos. Muitos peregrinos saem sem cajado, e depois compram de madeira.
Saindo de Santa Catalina de Somoza. O Caminho começou a ficar apinhado de peregrinos. Quando a gente saiu, em Saint Jean Pied de Port, estava muito vazio. Muitos peregrinos começam a caminhada em Leon.
El Ganso, já proximo a Rabanal del Camino.
El Gason – Cowboy Meson Bar. Um luxo só.
Ermida abandonada em El Ganso
A certa altura, um proprietário de terras mandou cercar sua propriedade com esta cerca de arame. Os peregrinos começaram a formar cruzes de gravetos nela. A cerca de cruzes se prolonga por meio quilometro ou mais.
Deixei a minha cruz…
Mapa da area metropolitana de Rabanal del Camino.
Chegamos cedissimo em Rabanal del Camino, as 13:50. Decidimos almoçar antes de ir para o hotel, pois encontramos um restaurante que parecia ser bom, o El Tesin. Almoçamos, e ao pagar a conta, a garçonete, uma moça enorme, alta e forte me perguntou “Voce não é o Sr. Massayuki ?”. Levei um susto, “estou sendo procurado”, pensei. Um pouco assustado, disse que sim, era eu. Ela disse então que estava me esperando, preocupada. Pois ela era a dona e também a única funcionaria do hotel. Tinhamos feito reserva e ela disse que havia deixado um bilhete na porta do hotel, informando que estaria trabalhando no restaurante. Passado o susto, ela nos levou de carro até o hotel, fizemos o chek-in.
“Nosso” quarto, no Hotel Indie. Os móveis parecem ter sido comprados num mercado de pulgas. Um polaco de cada colonia: uma cama de ferro, uma cama de madeira e um criado mudo de MDF. Na parede, uma pintura brega, e as colchas hipnoticamente coloridas. Adorei o quarto.
O hotel era um casarão muito antigo. Não duvido que seria do século XVIII. Nele havia um aviso, pedindo para deixar a porta da frente para rua apenas encostada, porem destrancada. Uma gambiarra no trinco fazia com que ela não se trancasse. Aqui no Brasil, imagine, haveria um aviso dizendo “não deixe a porta destrancada”.
Hotel Casa Indie.
Final de tarde, ruas melancólicas e silenciosas. Na rua, alguns gatos e cachorros errantes.
Pedras, pedras, pedras, isso é Rabanal del Camino.
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